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Arquivos Mensais:outubro 2007

   Pois é, O Virtua tá cumprindo o prometido, o prometido do contrato.  Cobrando taxas excedidas de download. Por exemplo, dependendo do plano que você assina, você tem uma taxa máxima de download que pode fazer durante o mês, no meu caso, num Virtua de 2MB eu posso fazer downloads de no máximo 20GB por mês. Parece muito?, pelo contrário. Se você usa um software P2P da vida, como Kaaza, E-mule, Bittorrent estas coisas piorou. Tudo que se faz ne internet, consiste em envio e recebimento de dados. Usando um software desses e baixando um fillme por exemplo, que tem em média 700mb, você tambem compartilha dados, quase na mema proporção, ou seja, já se foram 1.40GB da tua cota. Agora imagine isso, num lugar onde o ponto do Virtual é compartilhado, como numa pequena empresa, ai complica mesmo.

Você pode ultrapassar a cota mensal, mas os MB excedentes são cobrados. Na prática ainda não, mas eles se aproveitam da situação. Quando se ultrapassa a cota, você começa a receber telefonemas dos operadores da Net,  avisando e aproveitando o fato, para oferecer “Promoções” de aumento de velocidade do Virtua, que no caso aumenta a tua cota mensal ( Um virtua de 4Mb tem um cota mensal de 40GB, e assim por diante). E caso você não queira as promoções, eles reduzem a tua velocidade em 10 vezes !!! até o final do mês.  Olha que bonito, você paga a mesma coisa, por uma conexão que quase chega a dos tempos de um modem. E nem adianta aumentar a velocidade, quando tudo é mais rápido você faz mais downloads ainda.

Existe um site para você verificar como anda a sua cota, é só colocar o Mac Adress (instruções aqui) do teu Cable modem, escolher o periodo e ele te mostra o consumo .  Agora só falta o Speedy tambem cumprir o prometido, ai não temos para onde correr mesmo.

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E foi parido o  novo Álbum do Radiohead, depois de um hiato de 4 anos ( O último foi o Hail to the Thief de 2003!!) . In Rainbows é o nome do danado, e é uma maravilha. Grandes destaques para as músicas 15 Step, Bodysnatchers e a mais radiofônica Jigsaw Falling Into Place. Claro que na verdade, não é uma novidade tão grande, pois eles já tocaram todas as músicas ao vivo em shows espalhados pelo mundo, e pesquisando em sites de vídeos como o youtube já dava pra dar uma conferida. O grande alvoroço mesmo, nem foi lançamento do disco, mas a maneira como ele foi disponiblizado. Você pode fazer o download completo do álbum pelo site da banda, e pagar o quanto você quiser por ele. Isso mesmo, você paga o quanto acha que vale, e pronto. Claro que também foi disponibilizado no formato normal em Cd e com alguns ítems promocionais. A mídia caiu matando, foi a notícia mais falada da semana, uma revolução no conceito…exageros à parte, foi uma inovação sim, mas como o próprio guitarrista, Jonny Greenwood admitiu em recente entrevista, eles apenas estavam cançados de como eles estavam fazendo as coisas, e eu não duvido mesmo. Primeiro que o vocalista Thom Yorke, lançou um excelente albúm ano passado, The eraser, alem de várias participações em discos de outros artistas. O próprio guitarrista ganhou um prêmio de música clássica que compôs para orquestra, Popcorn Superhet Receiver. Então, talvez o disco tenha saida por prazer mesmo, até porque muitas dessas músicas já eram conhecidas das épocas de outros álbuns, levaram o tempo que quiseram para trabalhar, e lançar algo que os agradacem primeiramente, ou seja, todos estão muito confortáveis para fazer o que bem entendem. O que eu dúvido, e se eles fariam dessa forma se fosse o começo da carreira, ai sim seria pura inovação.

15 Step

BodySnatchers

Jigsaw Falling Into Place

O diretor de cinema José Padilha poderá ser preso caso se recuse a prestar depoimento no Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para apurar a possível participação de policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no filme Tropa de Elite.

Que sirva de avíso aos próximos cineastas, veracidade aceitável só de filmes como Triple X.

Leita matéria completa aqui.

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   Estreiou em 24 de setembro no canal NBC lá no Estados Unidos, uma nova série Journeyman . Nela, somos apresentado a Dan Vassar (Kevin McKidd, o antigo Lucius Vorenus da finada ótima série Roma) um reporter de São Francisco, que sem explicação nenhuma começou a viajar no tempo. As viagens acontecem a qualquer momento, e logo ele percebe que todas tem como próposito, ajudar uma pessoa, mudar algo no passado delas para, consequentemente acertar o futuro. Já entre as primeiras viagens ele se depara com a sua ex mulher, Livia Beale (Moon BloodGood) que morreu num inexplicável acidente de avião a 9 anos átras, e pelo jeito ela é uma peça chave no meio da trama. O Piloto é bem fraquinho, mas isso é até normal devido a apresentação obrigátoria que se tem que fazer do tema e dos personagens.
O Problema é que o serido não acrescenta em nada ao tema bastante batido de viagem no tempo, pelo contrário, é muito parecida com a Antiga séria “Quantum Leap“, que aqui foi ao ar pelo Antigo Canal USA, agora Universal, com o singelo nome de “Contratempos “, onde tinhámos o físico Dr. Sam Beckett (Scott Bakula), que ficou preso no tempo devido a uma fracassada experiência. Ele assumia diversas identidades, onde só conseguia dar continuidade a viagem quando colocasse a vida do individuo em ordem, pulando de tempos em tempos, com a expectativa de que a próxima parada fosse de volta para casa. Nesses tempos onde estamos abarrotados de séries, precisaria de algo para aprender a atenção. Apesar disso parece que a série teve uma boa audiência, e va ter a primeira temporada completa, taí uma chance de colocar um rumo melhor no enredo.

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Bom, para quem não sabe, Scott Stapp é ex-vocalista do finado grupo Creed, que no começo foi acusado de plágio do Pearl jam, devido a semelhança vocal que Scott tem com o Eddie Vedder, depois estourou mundialmente emplancado Hits até em trilha sonora de alguns filmes, como Pânico 3. Ai, Scott teve problemas fortes com o Alcoolismo, no palco mal conseguia ficar em pé, não ia mais para os ensaios do grupo, desestruturou tudo e a banda acabou. Scott passou por maus bocados, pensou em suícidio, fez tratamento diversas vezes, conseguiu dar a volta por cima e o resultado está ai, nesse album que provou que ele “still Wanna be Creed” .

O álbum começa com a porrada na orelha da Reach Out, onde ele faz as devidas apresentações, depois começa a descambar com a Fight Song, Justify, onde fica claro pelas letras que hoje ele superou tudo, e não se importa mais com que as pessoas acham. Esse álbum é a sua redenção o seu renascimento, a superação dos problemas. Parece que é mais um trabalho feito para ele mesmo que para um público. O Destaque mesmo fica para a música que dá o título ao disco, The Grat Divide, que soa puramente como sua ex-banda. Então para os fãs que sentem saudades, podem se delteitar com o disco, mesmo soando como um Creed menos inspirado.

The Great Divide

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